Pão do Rogil
Categoria: Bolos e biscoitos

Mais amanteigados, crocantes, macios ou areados, os bolinhos, biscoitos e bolachas Pão do Rogil são uma explosão de sabor e uma garantia de frescura em cada pacote. Pelas mãos da nossa equipa de pasteleiros, todos os processos são feitos à moda antiga com as melhores farinhas e ingredientes até à sua cozedura em forno a lenha.

A inovação da criação de alguns bolos, bolinhos e bolachas Pão do Rogil tem por base pesquisa, testes e experimentação da nossa equipa de pasteleiros antes da saída para o mercado em conjunto com a nossa equipa de engenharia alimentar, para chegarmos ao cliente cumprindo todos os requisitos exigidos pelos critérios do HACCP.

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imagem representação de vencedor
8,54
Satisfação
7,85
Preço-Qualidadde
8,35
Recomendação
6,84
Confiança na marca
6,65
Inovação

Testes realizados: Estudo à Categoria | Inquéritos de satisfação a clientes | Estudo de mercado à marca na categoria de consumo  (Escala Likert: 1 – 10)

7,92
Satisfação Global
2778
Consumidores Envolvidos

Média ponderada das 5 características base avaliadas Satisfação 50% | Preço-qualidade 10% | Recomendação 10% | Confiança na Marca 15% | Inovação 15%

39
NPS

NPS = Net Promoter Score » Nível de fidelização dos consumidores à marca escala: -100 a 100

Porquê o Pão do Rogil?

O Pão do Rogil deixou de ser apenas um ponto de paragem obrigatório na Costa Vicentina de quem passa, sendo atualmente uma padaria e pastelaria para estar, descontrair, vivenciar… e regressar.

Com produção própria, todos os produtos são feitos pelos nossos padeiros e pasteleiros com os melhores ingredientes e da forma o mais tradicional possível: do original pão com massa-mãe aos pães e tostas especiais cozidos em forno a lenha (de batata-doce, de alfarroba, entre outros), das empadas feitas à mão aos emblemáticos pastéis de batata-doce, de alfarroba ou de bolota, entre outras iguarias.

Sempre a lançar novas linhas, o Pão do Rogil faz questão de homenagear os produtos da região como a batata-doce, a alfarroba, a amêndoa… E de cruzar culturas com a região do Alentejo, cuja fronteira está aqui tão próxima do Rogil, sendo uma zona do país com a qual também nos identificamos.

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